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Garanhuns
é a soma de história,
progresso, folclore, festas e feiras
culturais, belezas naturais, da convivência
harmônica de técnicas artesanais,
de hospitalidade do seu povo, com atrativos
turísticos inigualáveis.
Uma das principais atrações
urbanas da cidade é o Cristo
Redentor, no alto do Magano. |
Ainda na área
da cidade, dentre outros pontos turísticos,
pode-se visitar a sala de artes do centro
Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, o
Relógio de Flores no bairro Heliópoles,
o Santuário Mãe Rainha,
o Parque Ruber van der Linder, o Parque
Euclides Dourado, com sua pista arborizada
para caminhadas e um grande comércio
que oferece ótimas oportunidades
para compras diversas.
A ocupação das terras
do município remonta ao século
XVII, quando o mestre-de-campo Nicolau
Aranha Pacheco obteve do governador
da Capitania de Pernambuco, André
Vidal de Negreiros, uma sesmaria de
vinte léguas, dividida em dois
lotes: um nos campos dos Garanhuns e
outro no Panema. No primeiro lote, foi
fundada uma fazenda, denominada Sítio
Garcia, que seria totalmente destruída
em 1670, em decorrência da Guerra
dos Palmares, passando o local a ser
conhecido como Tapera do Garcia.
Terminada a revolta dos negros, a região
retomou seu desenvolvimento e, a 20
de janeiro de 1699, foi criada ali,
através de Carta Régia,
a vara de juízo da "Capital
do Arorubá", como era conhecida
a área que se estendia da localidade
de Cimbre ao Pajeú das Flores.
Em 1762, com a criação
da Vila de Cimbres (atual município
de Pesqueira), Garanhuns perdeu domínio
e tornou-se apenas sede da Freguesia
de Santo Antônio dos Garanhuns.
A 10 de março de 1811, o povoado
foi elevado à categoria de vila.
O município foi instalado a 17
de dezembro de 1813 e sua sede elevada
à categoria de cidade a 04 de
fevereiro de 1874. A origem do nome
Garanhuns tem várias versões,
sendo a mais comum a que diz tratar-se
de palavra indígena identificadora
de sítio dos guarás (cães
selvagens) e anuns (espécie de
pássaro preto). |
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Garanhuns - Cidade das Flores
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